
Amigos no sentido tradicional e amigos no Facebook pertencem a categorias distintas, e a Comissão reconheceu essa diferença. Mas apenas uma minoria dos votantes defendeu que as amizades no Facebook são apenas um "contato de conhecidos" e não significam uma noção de "sentimento afetivo ou estima pessoal", informou o jornal The New York Times.
A maioria da Comissão concluiu que a possibilidade da amizade no Facebook ser interpretada como "imprópria" justificava recomendar a juízes e advogados que não se relacionem pela rede social, afirmou o magistrado Michael Jones. A decisão foi tomada em novembro e divulgada nesta semana.
Fonte: Estadão.com.br
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